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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Flores comestíveis


 
 
 
 
 
 As flores não emprestam seu perfume e cores apenas para embelezar. Algumas também têm delicioso sabor e podem ser utilizadas na culinária para uma grande variedade de propósitos. Certamente comemos flores menos famosas no mundo ornamental como o brócolis, a couve-flor e a alcachofra, mas não temos mesmo o hábito de incluir flores em nosso cardápio, o que é uma pena. Claro que nem todas  podem ser usadas na alimentação. Muitas, mesmo não sendo cultivadas com agrotóxicos, podem ser perigosas para a saúde como, por exemplo, as violetas africanas, o copo de leite e o lírio entre outras, mas pode ser uma experiência interessante apostar  nas mais conhecidas:
 

 
 

AMOR-PERFEITO

 Nativa da Europa e Ásia Ocidental, o amor-perfeito tem textura aveludada e sabor refrescante e adocicado. Excelente complemento para saladas e para aromatizar vinagres. Também lhe são atribuídas propriedades diuréticas.
 
 
 
 
CALÊNDULA

 Originária do centro e sul da Europa e Ásia. As suas pétalas de sabor apimentado e picante, podem ser misturadas ao arroz, peixe, sopa, queijos, iogurtes e omeletes, dando uma coloração como a do açafrão. Usada também como corante para manteigas e queijos.
 
 
 
 
ABÓBORA

 Podemos comer as suas flores fritas, empanadas em ovo e farinha ou na sopa.

 
 
 

CRAVINA

 As suas flores de sabor apimentado do tipo cravo-da-índia, podem ser usadas em saladas, tortas de frutas, sanduíches e ainda para aromatizar vinagres, geleias, açúcar e vinho. Quando açucaradas, podem ser usadas para enfeitar bolos. Para melhor resultado, deve-se retirar a parte branca e amarga da base da pétala.

 
 
 
 
GIRASSOL
 
Com um sabor agridoce, são muito apreciadas em saladas, mas das suas flores, somente as pétalas são usadas.



 
 
VIOLETA
 
 Suas pétalas têm sabor doce e perfumado e podem ser consumidas frescas em saladas ou cristalizadas para decoração de bolos, pudins e sorvetes.
 

 

 
CAMOMILA
 
Muito consumida em infusões, somente suas pétalas são comestíveis e tem sabor idêntico às maçãs doces. O pólen pode causar alergia a pessoas suscetíveis.


 
 
GERÂNIO

 Seu sabor é quase idêntico ao odor de suas folhas e varia do limão ao mentolado.


 
 
 
CAPUCHINHA

 Nativa do Peru, esta flor foi levada para a Europa no século XVI e hoje é cultivada em todo o mundo. De sabor apimentado (suas sementes podem substituir as pimentas tradicionais), lembra o agrião. Rica em vitamina C, combina na perfeição com saladas.

 


ROSA

 Muito tradicional na cozinha árabe. Usada em mousses e cremes ou combinada com sumo de frutas. Normalmente é feita uma infusão para primeiro concentrar o sabor. Também é usada em limonadas e sucos de laranja. Todas as rosas são comestíveis e seu sabor é mais pronunciado em variedades mais escuras.

 

DICAS:

 - Não utilizar flores cuja procedência for desconhecida ou flores compradas em floricultura, colhidas em lugares públicos como estradas, ruas ou parques. Provavelmente foram tratadas com pesticidas ou outros produtos químicos.
- Comer, de preferência, apenas as pétalas, removendo pistilos e estames (alguns são amargos e não devem ser mastigados).
- Para mantê-las frescas, colocá-las sobre papel toalha umedecido e levá-las à geladeira em um recipiente hermético. Dessa maneira, algumas vão durar até dez dias. Água gelada também pode revitalizar flores murchas.
- Extremamente sensíveis, as flores devem ser adicionadas aos pratos na hora de servir, pois o calor do alimento as faz murchar assim como o tempero da salada.

 
Outras sugestões bem simples que, certamente, darão um toque exótico às refeições e festas:

 
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fontes das imagens: Google
Fontes das pesquisas: www.floresjardim.com
                                        www.dicasereceitas.com.br
                                        http://flamisbuffet.wordpress.com
                                        www.noivas.net
                                        www.buddhaspa.com.br
 
 
 
 
Por Aline Andra
 
 

 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Uma combinação perfeita

 
 
 
William Merrit Chase - Óleo sobre painel 
 
 
 
A CEBOLA
 
Indispensável em quase todas as cozinhas do mundo, seu nome científico é Allium cepa e seu registro mais antigo data de cerca de 3.200 anos A.C.! Devido as suas características de boa conservação pós-colheita, permitindo o transporte dos bulbos a longa distância, a cebola foi historicamente uma das hortaliças com mais trânsito global. Teve sua origem no centro da Ásia e rumou para a Pérsia (atual Irã) de onde se irradiou para a África e para todo o continente europeu. Depois, foi trazida para as Américas pelos primeiros colonizadores. No Brasil, era conhecida apenas na região Sul e, aos poucos, seu cultivo foi se expandindo por todo o país. Valorizadas ao longo do tempo, não apenas pelo seu uso culinário, mas por suas propriedades terapêuticas (possui em sua composição: fósforo, ferro, cálcio, vitamina A e os complexos B e C), as cebolas também já foram consideradas sagradas e adquiriram elevado valor comercial. Os antigos egípcios as usavam como moeda para o pagamento dos trabalhadores que construíram as pirâmides e as colocavam nos túmulos dos faraós. Os romanos, bizantinos e assírios também as reverenciavam e na Índia, ainda no séc. VI, era tida como um dos remédios mais eficazes para diversos males.
Atualmente, os principais produtores são China, Índia, Estados Unidos, Rússia e Espanha. 
 
 
 PATÊ ASSADO DE CEBOLAS
 
 INGREDIENTES:
 
 - 230 grs. de cream cheese amolecido (pode ser Catupiry ou Philadelphia)
- 1 xícara de maionese (ou 1/2 xícara de creme de leite fresco e 1/2 xícara de maionese)
- 1 xícara de queijo parmesão ralado
- 1 xícara de cebolas picadas, raladas ou batidas no processador
- 1 colher de sopa de pimenta-do-reino moída na hora
- 1 pitada de sal
 
MODO DE FAZER:
 
 - Pré-aqueça o forno a 180º. Coloque o cream cheese amolecido em uma tigela. Ele dever estar bem mole para que todos os ingredientes fiquem bem incorporados. Acrescente a maionese, o parmesão, as cebolas e a pimenta-do-reino ao cream cheese e misture bem. Distribua a mistura em ramequins ou em forma refratária e asse de 30 a 45 minutos. Quando a superfície tiver formado uma crosta dourada, quase queimada, o patê estará pronto. Quanto mais escura ficar a crosta, melhor. Sirva com torradinhas ou o pão de sua preferência. Se sobrar, guarde na geladeira e esquente no microondas na hora de servir.
 
O perfume e o sabor deste patê são inigualáveis. Imperdível!
Receita adaptada daqui . 
 
 
 
Fonte da imagem: http://pt.wahooart.com 
                                    www.cnph.embrapa.br
                                    www.i-legumes.com
 
 
 
 
 
Por Aline Andra
  

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Com pão e com afeto






Que tal um sanduíche caprichado e divertido para agradar as crianças e os adultos que você ama?



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Fonte das imagens: Google
 
 

 

Por Aline Andra
 
 
 
 

domingo, 16 de junho de 2013

Sabores do momento





Geleias caseiras são sempre bem-vindas e excelentes opções para aproveitarmos ao máximo as frutas do momento. Ficam deliciosas e, claro, livres de espessantes, edulcorantes, acidulantes, antioxidantes e conservantes!
Receitas de geleias existem às dezenas em ótimos blogs de culinária, mas encontrei este caprichado e estimulante vídeo, onde a chef Tanea Romão ensina a preparar combinações diferenciadas que achei muito interessantes: morango com pimenta e laranja com maracujá.






GELEIA DE MORANGO COM PIMENTA

 Ingredientes:
 - 2 caixas de morangos lavados e sem cabo
- 8 colheres de sopa de açúcar cristal
- ½ limão espremido
- ½ pimenta dedo-de-moça lavada e picada (manter as sementes)

Modo de fazer:

 Misture todos os ingredientes e leve ao fogo brando até o caldo ficar com uma textura  grossa.
Dica: para saber se a textura está correta, é só passar o dedo nas costas da colher. Deverá formar um risco seco. Deixe esfriar antes de consumir. Guarde na geladeira.


GELEIA DE LARANJA COM MARACUJÁ

 Ingredientes:
- 5 laranjas-peras descascadas, sem a pele branca e cortadas em pedaços pequenos
- 2 maracujás maduros
- 12 colheres de sopa de açúcar cristal

Modo de fazer:

 Misture as laranjas picadas às polpas dos maracujás com as sementes. Acrescente o açúcar e mexa até dissolver. Leve ao fogo brando, mexendo sempre. A textura deve ser a mesma da geleia de morango. Deixe esfriar e guarde na geladeira.

Como bônus, a preciosa dica de como higienizar corretamente os potes com geleia para armazenamento.
Adorei!
 
 
 
Fonte da imagem: Google
 


Por Aline Andra


terça-feira, 14 de maio de 2013

Mangia che ti fa bene


 

 
Em suas diversas formas, a massa tem sido o alimento básico de muitas civilizações desde a Antiguidade. A história da massa inicia-se há aproximadamente 7000 anos. O Homem começou a abandonar a vida nômade e se tornou agricultor, em vez de somente caçar e coletar plantas silvestres, aprendendo através de gerações a trabalhar os cereais  (principalmente o trigo), moendo os grãos, estendendo e cozinhando essa massa sobre uma pedra aquecida. Muitos anos antes do nascimento de Cristo, os gregos e os etruscos já estavam  acostumados a consumir os primeiros tipos de massa.




 
 
 Textos de civilizações antigas relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2500 a.C., conheciam um produto semelhante.
Supõe-se que na China, no século I d.C., eram consumidas pelas populações, algumas massas parecidas com talharim e, entre os séculos X e XIII d.C., esses produtos já eram vendidos no comércio.
A primeira referência, mais próxima do Ocidente, do macarrão cozido está no Talmud (o livro das leis judaicas) de Jerusalém no século V a.C.
Na Itália, em 1154, o geógrafo árabe Al-Idrisi, da corte do rei Ruggero II da Sicília, relatou que em Trabia, cerca de 30 quilômetros de Palermo, era produzida uma grande quantidade de macarrão no formato de canudos (tria em árabe). Esta massa era exportada por navio, em barricas, para países muçulmanos e cristãos.
Em 1279, o tabelião genôves Ugolino Scarpa redigiu um testamento em que um velho marinheiro deixava a seus herdeiros uma “bariscela plena de macarronis” ( uma barrica cheia de macarrão). Este registro desacredita a teoria de que o macarrão foi levado para a Itália, desde a China, por Marco Polo, pois ele retornou de sua viagem em 1295, bem antes da data em que foi lavrado o tal testamento.
Por que, então, surgiu a lenda da descoberta do macarrão por Marco Polo na China?
A explicação é curiosa. Marco Polo era sobrinho e filho de poderosos comerciantes de Veneza. Em 1271, aos 17 anos, ele acompanhou o pai e o tio numa expedição ao Oriente. Em 1295, Marco Polo retornou a Veneza e iniciou um livro de aventuras autobiográficas  intitulado “Il Millione”, onde  citou a existência do Sagu, uma planta que era utilizada pelos nativos de Farfur para fazer “mangiari di pasta assai e buoni” (comidas de massas suficientemente gostosas). Não há a menor referência ao trigo e ao macarrão. Entretanto, tempos depois, um editor decidiu explicar melhor o que seria a planta do Sagu e, no rodapé da página, assim a definiu: “Com tal produto se faz uma farinha limpa e trabalhada, que redunda em lasanhas e nas suas variedades, elogiadas e levadas pelo Polo a Veneza em suas malas.”
Pronto! Estava oficializada a confusão!
(Imaginemos, então, quantos equívocos e deturpações históricas e literárias não existem por aí...)
Palermo foi a primeira capital histórica do macarrão, pois nesta cidade, foram encontrados os primeiros registros a respeito da produção de massa seca em escala quase industrial.
Em Nápoles, o macarrão era feito misturando-se massa de semolina (parte do grão de trigo) com os pés. Os masseiros sentavam-se num longo banco e usavam os pés para sovar a massa. O rei de Nápoles, insatisfeito com esse método de produção, contratou um famoso engenheiro da época, Cesare Spadaccini, para melhorar o sistema. O novo procedimento consistia em adicionar água fervente à farinha recém-moída e o sistema de misturar a massa foi substituído por uma máquina feita de bronze que imitava perfeitamente o trabalho feito pelos masseiros.
Em 1740, a cidade de Veneza concedeu a Paolo Adami, uma licença para abrir a primeira fábrica de macarrão. O equipamento consistia numa prensa de ferro puxada por vários homens.
Em 1919, o macarrão passou a ser secado artificialmente, graças a uma invenção da região de Campânia, próxima a Nápoles. Até então, a secagem era feita ao ar livre, o que era dificultado durante períodos  de muita chuva.


 
 
Em sua mais antiga combinação, entravam na receita, além do macarrão, queijo de cabra ralado, pimenta do reino e um ovo frito no topo do prato, que se rompia e se mesclava ao resto. Durante os séculos XII e XIII, entraram em cena o alho e o azeite, tornando o prato ainda mais irresistível.
Versátil, o macarrão ganha na preferência de todos os gostos. Desde a mais tradicional e artesanal de suas receitas, em que a farinha de trigo de trigo e os ovos são sovados para atingir uma mistura lisa e firme até modernas marcas, em que a farinha de trigo de grano duro é misturada a uma série de ingredientes desenvolvidos em laboratório.

 

 

 
 Esta receita é especial! Vi no Eternos prazeres da simpática Renata Boechat e, desde então, passou a ser uma das minhas preferidas. Maravilhosa combinação de sabores!

 

 

 Tagliatelle ao molho de limão siciliano e camarões dourados

 
Ingredientes para duas pessoas:
- 2 gemas de ovo
- 100g de queijo parmesão ralado
- 250 ml de creme de leite fresco
- 50g de manteiga
- suco de 1 limão siciliano
- massa longa
- camarões frescos
- raspas de limão siciliano e ervas para decorar

 Modo de fazer:
Coloque a água para ferver somente com sal para cozinhar a massa.
Misture as gemas, o parmesão, o creme de leite e leve ao fogo baixo, tomando cuidado para não deixar ferver. Adicione o suco de limão.  Retire a panela do fogo e reserve.
Doure os camarões no azeite rapidamente.
Tempere com sal e pimenta branca.
Adicione a manteiga e um pouco do molho à massa quente. Misture bem.
Ao arrumar o prato, salpique ervas de sua preferência sobre os camarões e as raspas de limão  siciliano.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Bem longe daqui...






Estou com metade do meu coração vigiando o sonho de sair dessa grande, barulhenta e tumultuada cidade e ir morar no interior e, quando digo isso, estou me referindo ao sentido geográfico e ao abstrato. Um lugar onde a busca pelo isolamento e pela boa e construtiva solidão, que possibilita reencontros comigo mesma, não seja uma feroz batalha diária e quase sempre perdida. Um cantinho verde e florido onde seja absolutamente natural e previsível viver em conexão com os valores essenciais e mais simples, com a natureza, com o próximo e com os pequenos e preciosos momentos que constroem um dia harmonioso.
A começar pela cozinha...
Que ela seja um lugar onde eu possa procurar receitas em antigos cadernos de família ou reviver  um tempo em que a comida caseira com aromas e sabores ensinados por gerações era absolutamente normal. Sobretudo, um lugar onde não se fale em comfort food (comidas que causam conforto, em tradução livre), a tendência gastronômica da vez, que vem sendo explorada não só pelos chefs de cozinha, mas também pela indústria alimentícia, pela literatura, pelo cinema...
Lembram-se do filme de animação “Ratatouille”, quando o ratinho chef de cozinha Remy conquista o respeito e admiração do temido crítico gastronômico Anto Ego, quando à primeira colherada de um ratatouille (refogado de legumes) se emociona com a recordação de sua mãe e de sua infância?
“A comfort food surgiu como uma forma de resgate da comida simples, doméstica e sem grandes técnicas de preparo, fazendo um contraponto à comida industrializada. Coisa de norte-americano, que percebeu que as pessoas querem resgatar sua história, seus prazeres e sensações agradáveis vividas no passado”, explica Elis Cavalcante, uma das principais consultoras de comfort food no Brasil.
Causa-me certo desconforto pensar que nossas carências e amorosas lembranças estão sendo manipuladas ou exploradas por consultores, empresas, mídia e sabe-se lá mais por quem. Enfim, se chegamos a esse ponto que, pelo menos, essa moda nos traga um saldo positivo, embora desconfie que a “comida caseira” nos restaurantes sofisticados, cujo objetivo é aliviar nossas dores da alma, deve doer no bolso...
Não te deu vontade de fugir para bem longe também?




PANQUECAS DOCES

 
 
 
INGREDIENTES:
 
- 350 g de farinha de trigo
- 1 ovo
- 300 ml de leite
- 3 colheres de chá de fermento em pó
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de sal
- 3 colheres de sopa de manteiga derretida
 
 
MODO DE FAZER:
 
- Misture com o fouet todos os ingredientes secos. Abra um espaço no meio da tigela e coloque os ingredientes líquidos. Incorpore bem. A massa deve ficar resistente, mas cair da concha quando levantada. Se for necessário, acrescente mais um pouco de leite. Unte uma frigideira com manteiga. Coloque uma concha de massa e (em fogo baixo por mais ou menos 1 minuto) espere dourar de um lado, vire e deixe dourar o outro lado. Se a frigideira for grande, não espalhe demais a massa. Ela deve ficar mais grossa. Passe um pouco de manteiga por cima e espalhe a geleia de sua preferência, Nutella ou uma calda feita com duas colheres de sopa de mel, uma colher de sopa de água e raspas de um limão.
Divinas no café da manhã...
 
 
 
 CHÁ DE MAÇÃ




MODO DE FAZER:
 
- Corte o topo da maçã, retire o miolo e coloque para ferver (mais ou menos 1 minuto) com um pau de canela, cravos e um anis estrelado. Pode acrescentar as cascas para ferver junto. Depois coar, devolver para dentro da maçã e decorar com as especiarias. Aconchegante e calmante...
 
 
 
 
 
Por Aline Andra
 
 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Petisco italiano




Sinto fascínio pelo “Velho Mundo”, mas especialmente pela Itália. É sentimento antigo. Aos 10 anos, minha mãe mandou-me escolher três minidicionários de uma coleção chamada Lilliput, vendida por um senhor que bateu à nossa porta (sim, sou do tempo em que se vendiam livros de porta em porta). Eu escolhi os previsíveis Português-Inglês, Inglês-Português e... Português-Italiano. Um pouco mais tarde, também sem motivo explícito, comprei mais dois dicionários de italiano. O interesse adormeceu durante anos e agora voltou com força total. Ando meio obcecada. História, idioma, lugares, culinária, tudo me empolga.
Adoro cantar músicas italianas, principalmente enquanto cozinho, ando procurando um bom curso que me ensine o idioma e minha tão sonhada primeira viagem ao exterior será direto para a... Toscana!
Por isso, em meio às descobertas de massas, vinhos, azeites e tudo de bom que impera na culinária italiana, tão natural e saudável quanto cheia de graça e charme com sua riqueza de sabores e aromas, o que mais tem aparecido na minha cozinha é a bruschetta, que  vale por uma  refeição para mim e funciona como um aperitivo quase diário para o marido.
Simples e absolutamente deliciosa!


VERA BRUSCHETTA ITALIANA

Ingredientes para o molho de tomates cru:

- 750 g de tomates maduros
- ¼ de xícara de azeite
- 2 dentes de alho espremidos
-1/4 de maço de manjericão (só as folhas)
- pitada de pimenta do reino
- 1 colher de chá de sal

Modo de fazer:

- Tire a pele e as sementes dos tomates (costumo fazer um corte na pele e levá-los diretamente à chama do fogão, espetados em um garfo, girando-os para que comecem a rachar. A pele sai facilmente). Junte o azeite, o alho, o manjericão, a pimenta e o sal. Deixe na geladeira por, pelo menos, 1 hora e mais 20 minutos em temperatura ambiente. Use um bom pão italiano fresco e corte-o em fatias de 1 cm. Coloque as fatias na assadeira, uma ao lado da outra, e pincele com azeite. Leve ao forno pré-aquecido a 180º por 15 minutos. O pão deve ficar levemente dourado, não tostado. Assim que tirar do forno, esfregue alho cru (descascado e inteiro) nas fatias de pão. Deixe esfriar um pouco e cubra com uma generosa colherada do molho de tomates cru. Enfeite com manjericão e sirva.




Por Aline Andra