Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A escrita alterada







De aocrdo com uma pesqisua da Cmabrigde Uinervtisy, não ipmorta em que odrem etsão as lteras em uma plavara, a úinca cosia ipmortnate é que a úlitma e a primiera etsejam no luagr cetro.

O rseto pdoe etsar desordneado que lmeos sem maoires porbelmas.

 Isso proque o cérbero humnao não intreperta cdaa lerta sozihna, e sim a palvara cmoo um tdoo.






 




 

 

Por Aline Andra





sábado, 4 de janeiro de 2014

Uma casa em pequenos detalhes





Toda realização que busca a perfeição merece ser notada. A australiana Linda Carswell, fascinada pelo estilo de vida francês, criou esta casa em miniatura perfeita em seus detalhes. Como não se encantar quando se pensa no tempo, empenho, imaginação, cuidado e capricho investidos para mobiliar e decorar esta Petite Maison e na paixão refletida neste projeto que é, provavelmente, a casa dos seus sonhos?


































 
 
 

 

Por Aline Andra
 
 
  

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Babel



Joos De Momper (1564-1635) - Óleo sobre tela
 


Referências à Torre de Babel – uma construção que atingiria os céus sem necessidade da intervenção de Deus – perduraram nos mais diversos povos da Terra, testemunhando sua existência e o fato de ter-se atribuído a esse “pecado coletivo de revolta” a causa da confusão e diversificação das línguas.
O mito de Enmerkar, dos sumérios (povo já desaparecido) fala da construção de um imenso zigurat (torre-templo) na origem dessa cisão da comunicação.
 O missionário dominicano Frei Diego Durán (1537–1588) recolheu em Xelhua (México) a saga dos gigantes que tentaram construir uma pirâmide para atingir os céus, mas que os deuses destruíram, confundindo a linguagem dos construtores. O religioso ouviu essa narração de um antigo sacerdote pagão de Cholula, pouco depois da conquista espanhola do México.
 O historiador nativo Fernando d'Alva Ixtilxochitl (1565-1648) recolheu a lenda tolteca (América Central) segundo a qual após um grande dilúvio os homens erigiram uma imensa torre que os preservaria de outro dilúvio, porém suas línguas foram confundidas e eles se dispersaram pelas diversas regiões da Terra.
 Um mito grego fala que o deus Hermes confundiu as línguas.
 Histórias mais ou menos parecidas foram documentadas pelo antropólogo social escocês Sir James George Frazer (1854 – 1941). Frazer menciona especificamente narrações nesse sentido entre os Wasania de Quênia; no povo Kacha Naga do Assam (Índia); entre os habitantes de Encounter Bay, Austrália; nos Maidu da Califórnia; nos Tlingit da Alaska e nos K'iche' Maya da Guatemala. Também entre os estonianos no Mar Báltico, Europa do Norte; e até na Arizona, EUA.
Segundo o compêndio Ethnologue, que cataloga estes dados desde 1950, o número de idiomas falados no planeta alcança a incrível marca de 6.909! Entretanto, cerca de 94% desse total, ou seja, 6.520 línguas são faladas apenas por 6% dos habitantes da Terra, enquanto o restante da população mundial utiliza apenas 389 idiomas.
Há pelo menos 172 línguas com pelo menos 3 milhões de falantes – do chinês ao tachelhit, do Marrocos, e o quimbundo, de Angola. Além desses existem aproximadamente 500 idiomas que correm o risco de extinção. Por exemplo: na China, o chinês predomina, mas há uma língua, o ayizi, com apenas 50 falantes, em um país com mais de 1 bilhão de pessoas.

 
•ÁSIA
33,6% dos idiomas

São 2.322 idiomas praticados por lá. Além de ter a maior variedade, os asiáticos também têm o maior número de falantes – 3,6 bilhões, uma média de 1,5 milhão por idioma.

 
•ÁFRICA
30,5% dos idiomas

Os africanos falam 2.110 idiomas diferentes – em média, 344 mil pessoas para cada um. Em Moçambique, por exemplo, a língua oficial é o português. Mas lá você também pode ouvir maconde, chona, tonga e outros 40 idiomas.

 
•AMÉRICA
14,4% dos idiomas

Do Alasca à Patagônia, são 993 idiomas no continente, com a média de 50.852 praticantes cada um. Você sabia que se fala francês no Haiti? E holandês em Aruba? E que 700 mil mexicanos ainda falam maia, um idioma pré-colombiano?


•EUROPA
3,4% dos idiomas

No Velho Mundo são 234 idiomas com 6,6 milhões de pessoas falando cada um. Entre as línguas de origem europeia, a mais popular é o espanhol, considerada a segunda mais comum do mundo, escrita e falada em 44 países por 329 milhões de pessoas.

 
•OCEANIA
18,1% dos idiomas

Apesar de ter apenas dois países grandes – Austrália e Nova Zelândia – a Oceania tem dezenas de ilhotas, com centenas de dialetos, somando 1.250 variedades. O resultado: em média, cada idioma é praticado por apenas 5.144 pessoas.

 
•A MAIS FALADA

A populosa China tem a língua mais executada: o chinês, com 1,2 bilhão de falantes em suas 14 variedades. O mandarim é uma delas – e é a mais falada, com 845 milhões de adeptos. O tipo de chinês menos popular é o min zhong, com 3,1 milhões.


•MENOS FALADA

À beira da extinção, com apenas um falante remanescente, há várias línguas. É o caso do Iuo, de Camarões. O Brasil também tem idiomas em risco como o catuquina, o lakondê e o sabanês.

 
•PAÍS COM MENOR VARIEDADE

Cinco países e territórios são monoglotas: Coreia do Norte (100% coreano), Ilhas Malvinas (inglês), Território Britânico do Oceano Índico (inglês), Vaticano (latim) e Santa Helena (território britânico no Atlântico, inglês).

 
•PAÍS COM MAIOR VARIEDADE

Papua-Nova Guiné, arquipélago ao norte da Austrália, tem 830 línguas em uso – sem contar as 11 extintas! Em média, cada idioma é praticado por 4.624 papuas. O segundo país mais poliglota também vem da Oceania: em Vanuatu, falam-se 108 línguas.

 
•IDIOMA ARTIFICIAL

A lista de línguas “inventadas” inclui só o esperanto, criado por um polonês no século 19.

 
•NO BRASIL

O português é a sétima língua mais falada do mundo. Somos 178 milhões de falantes em 37 países (sendo o Brasil o representante mais numeroso). À nossa frente, estão, em ordem decrescente, chinês, espanhol, inglês, árabe, hindi e bengali.

 
•IDIOMAS DE SINAIS

As linguagens feitas para surdo mudos também entram no catálogo de idiomas. E, mesmo sem som, elas variam ao redor do mundo: são 130 tipos! Só a Suíça tem três códigos de sinais diferentes: a suíço-francesa, a suíço-italiana e a suíço-germana.
 
 
 
 
 
 
Fonte da imagem: Google
                                        http://cienciaconfirmaigreja.blogspor.com.br
 
 
 
 
 
Por Aline Andra

 

 
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Visões do futuro





Encontradas na Biblioteca Nacional da França, estas ilustrações produzidas pelo artista Villemard, em 1910, retratam com muita imaginação como seria a vida no ano 2000. Acredita-se que elas eram uma espécie de figurinhas colecionáveis que vinham em embalagens de alimentos.

 
 
Barcos voadores
 

 

Patins motorizados
 

 

Imagens enviadas de outro local
 

 

Máquina de fazer peças de roupa
 
 
 
 
Carros de guerra
 


 
Livros colocados numa máquina de moer, transformados em sinais elétricos enviados diretamente para a mente dos alunos
 

 
 
Animais quase totalmente extintos exibidos como curiosidades
 
 

 
Trem elétrico
 

 
 
Helicóptero detectado por torre de comando
 
 

 
Patrulha com bicicletas armadas
 

 

Policial voador
 

 

Banheiro mecanizado
 


 
Arquiteto responsável por uma obra inteira através do controle de botões
 
 
 

 

 
 

 

Por Aline Andra

 
 
 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O balanço e a água


 
 
 
 

O Waterfall Swing é uma diversão garantida criada por Mike O’Toole, Andrew Ratcliff, Ian Charnas e Andrew Witte. Foi apresentado oficialmente na World Maker Faire, em 2011, no New York Hall of Science.
A essência do truque está na instalação de 273 válvulas solenoides na barra superior do balanço, que não só derramam a água como, através de mecanismos informatizados (detectores de presença), acompanham a velocidade e sincronizam o movimento. Assim, a parede de água forma uma lacuna para as pessoas passarem sem se molhar. Um mecanismo nem tão complicado, mas que deve provocar formidáveis sensações! 
 


 
 
 
 
 

Fontes das imagens e pesquisa: www.mycool.com.br
                                                         www.ufunk.net
                                                       

 

 


Por Aline Andra
 
 
 

sábado, 14 de setembro de 2013

O quadrado mágico de Dürer



 
 

Albrecht Dürer (21 de maio de 1471 – 6 de abril de 1528), alemão da cidade de Nuremberg, foi um dos mais famosos artistas do Renascimento. Distinguiu-se em tudo aquilo que fez. Sua maestria como pintor foi o resultado de trabalho árduo e no campo das artes gráficas não tinha rival. As suas xilogravuras são consideradas revolucionárias e, como artista multifacetado, interessava-se também pela matemática, geografia, geometria e arquitetura. Em 1512, foi nomeado pintor da corte do imperador Maximiliano I.
 
 
Autorretrato aos 28 anos
 

Em 1514, Dürer criou uma gravura intitulada Melancholia I. O nome alude a um dos quatro “humores” clássicos que, acreditava-se na época, influiriam no corpo humano e sua conduta (sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico). A obra mostra um amontoado desorganizado de equipamentos científicos (bússola, balança, ampulheta, etc.) enquanto um intelectual está sentado, absorvido em pensamentos. O quadrado mágico está localizado no canto superior direito da gravura.
 
 
 
 
Um quadrado mágico é uma tabela de números em progressão aritmética em que a soma de cada coluna, cada linha e das duas diagonais é igual. Sua origem não é conhecida, mas há registros de sua existência em épocas anteriores na China e na Índia. O quadrado de nove células (3x3) foi encontrado pela primeira vez num manuscrito árabe, no fim do século VIII. Na Idade Média, os quadrados mágicos se tornaram muito populares pelo seu uso em talismãs, onde eram associados ao poder de atrair proteção astral.
O quadrado mágico do mestre renascentista é de dezesseis células (4x4) e a constante mágica ou soma é sempre 34.
 
 
Na soma das linhas!
 
 
Na soma das colunas!
 
 
Na soma dos quatro cantos!
 
 

Se deslocarmos os campos no sentido dos ponteiros do relógio!
 
 

Se os deslocarmos novamente!
 
 
Na soma dos campos centrais!
 
 
Na soma dos extremos médios!
 
 

Na soma das diagonais!
 
 

Como dado extra, as duas cifras centrais da última linha formam o ano em que se realizou a obra!
 
 
 

 

Fontes das imagens e pesquisa: www.vocesabia.net
                                                         http://mathworld.wolfram.com
                                                         http://internetparatodos.blogs.sapo.pt
                                                         http://pt.wikipedia.org
                                                         http://lumeear.blogspot.com.br
 
 
 

Por Aline Andra

 
 
 

sábado, 27 de julho de 2013

Que ideia!

 
 
 
 
Concordo plenamente! E quando essa engenhosidade natural do ser humano alia-se ao incentivo de uma sociedade que “necessita” cada vez mais gerar produtos inovadores, haja criatividade...
Ainda bem que tudo acaba em diversão!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Fontes das imagens: http://hypescience.com
                                     http://obutecodanet.ig.com.br

 

 

 

Por Aline Andra