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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Feliz Aniversário...

 
 

 

...para mim!
De um filme que assisti recentemente, ficou-me apenas a frase “envelhecer não é para covardes”. Pura e básica verdade. Realmente, não é tarefa das mais simples se olhar no espelho e se redescobrir na nova imagem que vai se transformando a cada dia. E, creia-me, minha vaidade - exceto alguns raros e quase desatentos momentos em que cedi às pressões - não se preocupa em negociar ou blefar a aparência física.
Preocupa-me, entretanto, que eu perca a vivacidade e o brilho do olhar. Que isso não aconteça!
Assim sendo, que venha essa nova etapa, contabilizada em números, cabelo que resolvi deixar grisalho (que me valeu a perplexidade de ser chamada de "senhora"), linhas de expressão no rosto e marcas na alma, mas que o bom humor e suas inúmeras variações estejam sempre por perto.

Nicole Pesce, ao piano, que o diga...

 
 




Por Aline Andra




domingo, 12 de outubro de 2014

O Nobel pelos direitos das crianças





O comitê organizador do prêmio anunciou na última sexta-feira (10 de outubro): os ganhadores do Nobel da Paz foram o indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa Malala Yousafzai “pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação.”




  

 


Kailash, 60 anos, é um ativista praticamente desde a infância  – aos 11 anos andava a recolher livros escolares usados para os distribuir a crianças que não tinham dinheiro para ir à escola.
Abandonou a carreira de engenheiro eletricista em 1980 e passou a fazer campanha contra o trabalho infantil, liderando numerosas manifestações de protesto, que seguem o modelo pacifista de Mahatma Gandhi, contra a exploração de crianças além de contribuir para o desenvolvimento de importantes convenções internacionais sobre o direito da criança. Sua organização, Bachpan Bachao Andolan ou Movimento Salve a Infância, já resgatou mais de 80 mil  vítimas de maus tratos, tráfico ou exploração laboral – muitas eram de fato escravas, usadas para pagar as dívidas dos pais (uma prática proibida por uma lei de 1975, que dificilmente é aplicada por falta de vigilância). O número é respeitável, mas ainda há muito por fazer. Segundo as estimativas de algumas organizações humanitárias, 135 mil crianças indianas desapareceram só no ano passado; os dados oficiais apontam para um número muitíssimo inferior: 26 mil (!).
Seu trabalho já havia sido destacado com várias premiações, como o Prêmio Internacional de Direitos Humanos do Centro Robert F. Kennedy, dos Estados Unidos; o Prêmio Internacional Direitos Humanos Fredric Ebert, da Alemanha; e o Prêmio Internacional Alfonso Comin, da Espanha.
A organização de Satyarthi realiza batidas em oficinas e fábricas onde é usada mão de obra infantil, em algumas ocasiões sem informar à polícia o lugar exato para evitar que avisem aos criminosos.
Foi responsável por criar o selo Rugmark que certifica que os tapetes indianos vendidos no exterior não foram fabricados com mão de obra infantil. A luta deste ativista também ultrapassou as fronteiras indianas e ele ajudou a fundar a Marcha Global contra o Trabalho Infantil.
"Lembro que quando comecei a lutar contra a exploração infantil há mais de 20 anos, o número global chegava a 250 milhões de crianças e caiu para os 168 milhões. As crianças escravas perdem toda sua infância, aspirações, futuro, oportunidades, educação e, o mais importante, sua liberdade ", advertiu em recente entrevista.
"O crescimento e a economia de mercado não podem prosperar respaldando a escravidão e o tráfico infantil. Não podemos fazer este mundo melhor, mais pacífico e apto para viver tendo o peso da escravidão infantil não nas costas, mas bem na sua frente", reivindicou.





 
 
 
 Malala, 17 anos, tornou-se a mais jovem ganhadora do prêmio, superando o cientista australiano-britânico Lawrence Bragg, que compartilhou o Nobel de Física com o pai, em 1915, aos 25 anos.
Ela tornou-se conhecida no mundo inteiro após ser baleada na cabeça pelos talibãs ao sair da escola, quando tinha apenas 15 anos, por estar se destacando entre as mulheres e lutando pela educação de meninas e adolescentes no Paquistão.
Em 2008, o líder talibã local emitiu uma determinação exigindo que todas as escolas interrompessem as aulas dadas às meninas por um mês. Na época, ela tinha 11 anos. Seu pai, que era dono da escola e sempre incentivou sua educação, pediu ajuda aos militares locais para permanecer dando aulas às meninas. Entretanto, a situação era tensa.
Naquela época, um jornalista local da BBC perguntou ao pai de Malala se alguns jovens estariam dispostos a falar sobre sua visão do problema. Foi quando a menina começou a escrever um blog, "Diário de uma Estudante Paquistanesa", no qual falava sobre sua paixão pelos estudos e as dificuldades enfrentadas no Paquistão sob o domínio do talibã.O blog era escrito sob um pseudônimo, mas logo se tornou conhecido. E Malala não tinha receios em falar em público sobre sua defesa da educação feminina.
Os posts para a BBC duraram apenas alguns meses, mas deram notoriedade à menina. Ela deu entrevistas a diversos canais de TV e jornais, participou de um documentário e foi indicada ao Prêmio Internacional da Paz da Infância em 2011. Na época, ela não ganhou – mas foi laureada com o mesmo prêmio em 2013.
A família de Malala sabia dos riscos – mas eles imaginavam que caso houvesse um ataque, o alvo seria o pai da menina, Ziauddin Yousafzai, um ativista educacional conhecido na região. Quando houve o ataque, a situação já estava mais calma – os talibãs já haviam perdido o controle do Vale do Swat para o exército, em 2009. Por isso, o tiro levado pela menina foi ainda mais chocante. A jovem superou o ocorrido depois de passar por duas cirurgias na Inglaterra e ser mantida em coma induzido por dez dias. Surpreendentemente não houve sequelas e ela permanece vivendo em Birmingham com sua família por ainda estar sofrendo ameaças.
Seu primeiro pronunciamento público ocorreu nove meses após o ataque, quando fez um discurso na Assembleia de Jovens da ONU. Na ocasião, ela reforçou que não será silenciada por ameaças terroristas. "Eles pensaram que a bala iria nos silenciar, mas eles falharam", disse em um discurso no qual pediu mais esforços globais para permitir que as crianças tenham acesso a escolas. "Nossos livros e nossos lápis são nossas melhores armas", disse ela na oportunidade. "A educação é a única solução, a educação em primeiro lugar".
"Os terroristas pensaram que eles mudariam meus objetivos e interromperiam minhas ambições, mas nada mudou na vida, com exceção disto: fraqueza, medo e falta de esperança morreram. Força, coragem e fervor nasceram", completou.
"Vou ser política no futuro. Quero mudar o futuro do meu país e quero que a educação seja obrigatória", disse a jovem.









 



Fonte das imagens e pesquisa: Google

                                                        www.nobelprize.org
                                                        www.kailashsathyarthi.net
                                                        http://exame.abril.com.br








 


  Por Aline Andra
 



terça-feira, 30 de setembro de 2014

Beleza e Movimento




Com uma coreografia original e um cenário perfeito, os chineses Yang Liping e Wang Di encenam a dança de acasalamento do pavão. Belíssimo!

Yang Liping diz que “The Peacock apresenta um maravilhoso drama de balé, que fala sobre a natureza, a vida, o crescimento, a natureza humana e do amor, bem como a integração mútua da vida, o natural, o céu e a terra. Ela flui e desperta no meu corpo, e se manifesta com afluência de emoções.”










Por Aline Andra




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Sombras dançantes

 
 
 
 
O Pilobolus Dance Theatre é um dos melhores e mais populares grupos de dança contemporânea. Com quarenta anos de existência e várias premiações importantes, eles continuam a desenvolver um trabalho de impacto visual que desafia as leis da natureza e do corpo.
A Companhia já criou mais de cem coreografias sempre inventivas e inovadoras. Neste trecho do espetáculo The Transformation (2009), criado pelo falecido coreógrafo Jonathan Wolken com a colaboração do escritor Steven Banks, eles utilizam a arte do desenho animado, cinema, teatro e dança ao vivo. Formidáveis!
Em tempo: O nome do grupo deriva do Pilobolus crystallinus, um fungo que se transforma com a ação da luz. É macroscópico e bucólico, habitante das pastagens e tem imensa capacidade de resistência.
 
 
 
 
 
 
 
 
Por Aline Andra
 


domingo, 11 de maio de 2014

O humor de papelão

 




Ennio Marchetto, um comediante italiano cuja marca registrada é a capacidade de fazer impagáveis imitações de artistas e obras de arte famosas, utiliza trajes de papel ou papelão bidimensionais (criados em colaboração com o figurinista holandês Sosthen Hennekam). Sua carreira começou na década de 80 durante o Carnaval de Veneza. Muitos anos e vários prêmios depois, ele detém 350 personagens em seu repertório. Em performances de uma hora, ele passa com incrível agilidade por cinquenta mudanças de roupa, muitas delas na frente do público.
 
 

 




Por Aline Andra
 
 

sábado, 29 de março de 2014

Serviette - Les Beaux Frères





Les Beaux Frères é um duo franco-canadense de comédia formado por Yohann e Raphaël, malabaristas profissionais de Montreal. Eles já trabalharam no Cirque du Soleil, The 7 Fingers e no Cirque Éloize, mas seu desempenho foi popularizado quando recentemente foi veiculado no programa Le plus grand Cabaret du Monde.
Hilários!




 


 

Por Aline Andra



segunda-feira, 17 de março de 2014

Do lixo à música





A Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura é o resultado fantástico da iniciativa de pessoas com poucos recursos, mas muita vontade de fazer a diferença e contribuir para um mundo um pouco melhor. Formada por jovens de uma comunidade localizada  numa das zonas mais subdesenvolvidas do mundo e que contém o maior aterro sanitário de Assunção, capital do Paraguai, a Orquestra se apresenta com instrumentos musicais fabricados  a partir de sucatas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tudo começou quando um técnico ambiental, Favio Chávez, foi trabalhar em Cateura em 2004. Músico amador, ele resolveu ensinar a quem quisesse aprender. O interesse foi imediato e com apenas cinco instrumentos para compartilhar, a solução encontrada foi a mais criativa. Com a ajuda do carpinteiro Nicolás Gómez, o material encontrado no lixão se transformou em instrumentos alternativos que já foram exibidos no Museu dos Instrumentos Musicais em Phoenix (Arizona, EUA), ao lado dos pianos de John Lennon e das guitarras de Eric Clapton.
 
 
 
 
 
 
Foram dezenas de concertos mundo afora. O repertório é diversificado: Beethoven, Mozart, Vivaldi, Bach, Henry Mancini, Beatles, Frank Sinatra e músicas regionais.
Uma apresentação perfeita?
Favio responde: “Depende do que você chama de perfeição. Uma Orquestra pode ser perfeita como expressão musical, mas para nós, importa que seja perfeita socialmente falando. Com a música, a criança aprende outras expressões de sensibilidade. Porque, estando numa Orquestra, aprendem a ser solidários, responsáveis, respeitosos.”
O que ele ganha fazendo o que faz?
“O privilégio de mudar vidas. Às vezes, me sinto empunhando uma varinha mágica que realiza sonhos.”
 
 
 
 
 
 
 

O diretor Graham Towsley produziu o documentário Landfill Harmonic (Aterro Harmonico), contando a história da Orquestra.

 
 
 
 
 
 
 
 

Fontes das imagens e pesquisa: http://g1.globo.com
                                                         www.vermelho.org.br
 
 
 

 
 

Por Aline Andra
 

 
 
 

domingo, 24 de novembro de 2013

A magia do chá e a flor

 
 


Produzido no sudoeste da China por camponesas e artesãs a 1500 metros de altitude nas regiões de Yunnan e Fujian, o Flowering tea ou Blooming tea é uma denominação geral para um tipo de chá que se transforma em flor na água quente, mas cujo sabor depende do tipo de folha que é feito.
O processo foi iniciado em 1986 - embora alguns pesquisadores afirmem que ele data de centenas de anos - por Wang Fang Sheng, um renomado mestre do chá. Totalmente artesanal, consiste em moldar folhas de chá ainda úmidas em pequenas bolas, aromatizá-las (usualmente com lavanda ou jasmim) e costurá-las com finos fios de algodão. Só então segue o procedimento normal de secagem e oxidação que dá origem ao produto final.
O toque ainda mais original e que acho fascinante é quando botões de flores compostos em pequenos buquês (hibisco, calêndula e jasmim são as mais usadas) são envolvidos pelas folhas de chá formando casulos que quando submersos em água fervente, expandem-se lentamente e desabrocham. De um modo geral, as flores contidas dentro da maioria dos chás não contribuem muito para o sabor, apesar de algumas poderem ser até degustadas.
Um espetáculo para os sentidos que, durante alguns minutos, pode ser apreciado e considerado como um momento único e especial.
Ainda não experimentei, pois mesmo encontrando-o à venda na Internet, sei que há que ter certo cuidado com a procedência, mas descobri que no importador Chá Yê! recomendado pela Yuri Hayashi do blog Chá, Arte e Vida! e certamente confiável,  alguns tipos do “chá que floresce” estão à disposição.
Não vou perder isso por nada!

 

 
 



Fonte da imagem: Google
Fontes da pesquisa: http://revistaespresso.uol.com.br
                                     http://casadocha.com

 

 

Por Aline Andra

 


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fenomenal Yuna Kim

 
 
 
 
 
 

Uma das mais famosas e competentes patinadoras artísticas da atualidade, a campeã mundial  Yuna Kim, sul-coreana de 23 anos,  se destaca pela delicadeza e versatilidade.
Abaixo, dois momentos bem distintos e de beleza indiscutível: no primeiro, ela desliza no gelo ao som de Meditation da ópera Thaïs de Jules Massenet e no segundo, com All of me, um jazz standard composto em 1931 por Gerald Marks e Seymour Simons, interpretado por Michael Bublé.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Por Aline Andra

 
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Alimento divino


 
 

 
Os especialistas afirmam: o chocolate, com o seu poder psicoativo, seduz e encanta, nos deixando sobre o efeito de magia. Além disso, tranquiliza, beneficia o coração e consumido de maneira responsável (!) pode ser utilizado como aliado terapêutico.
Quem sou eu para discordar? Quase todos os meus sentidos agradecem e aceito prazerosamente e sem culpa estas informações. Chocólatras, avante!
 
BREVE HISTÓRIA DO CHOCOLATE
 
 A árvore do cacau, quando batizada pelo famoso botânico sueco Lineu há uns 250 anos, recebeu o nome de Theo-Broma (em latim, “Alimento Divino”) cacao. Parece que Lineu foi inspirado pelas palavras do Tehilim – o livro dos Salmos – que descreveu o maná com o qual Deus alimentou os filhos de Israel enquanto eles vagaram durante quarenta anos pelo deserto até chegarem à Terra Prometida.
 
 
 
 
Entre 1.500 A.C e 200 d.C.
Por meio de análises de DNA, cientistas apontam o norte da América do Sul como o berço do cacau. Viajantes das rotas comerciais carregam as sementes para a América Central.
 
 
 
 
250-900 D.C.
No México, os maias utilizam cacau como oferenda aos deuses. A semente começa a ser processada. Depois de fermentada, secada, tostada e moída, é obtida uma pasta, que é misturada a água, pimenta e farinha de milho. Surge a primeira forma do chocolate.
 
 
 
 
1400
Astecas dominam a civilização maia. O cacau serve de alimento para o deus Tenochitlán. A bebida só circula entre nobres. Adoçada com mel e especiarias, ganha o nome de cacauhatl (água de cacau) ou xocoatl (água amarga).
 
 
 
 
1513
O cacau já funcionava como moeda entre maias e astecas e, com o domínio dos espanhóis, o uso continua (um escravo pode ser comprado por cem sementes de cacau. Dez sementes pagam uma prostituta e quatro dão direito a um coelho no jantar). Com supostas intenções pacíficas de desenvolver o comércio, Hernando Cortez chega ao México e é recebido pelo Imperador Montezuma, apreciador desta bebida forte e agridoce que ele saboreia em copos de ouro, sempre novos, que depois joga fora para mostrar que a aprecia mais que o ouro. Esta bebida é oferecida ao visitante espanhol que, após aprisionar o Imperador e conquistar o México para o rei da Espanha, resolve plantar cacaueiros em diversas ilhas que tinha capturado e monopoliza o comércio de grãos de cacau. Cortez começa a trocar as sementes por ouro.


 
 
1521
O primeiro navio espanhol carregado de sementes de cacau chega à Europa. Os espanhóis começam a agregar açúcar e outros adoçantes à bebida, tornando-a mais palatável ao gosto europeu. As cozinhas dos mosteiros servem como local de experiências para o aprimoramento do chocolate e a criação de novas receitas. Os monges aperfeiçoam o sistema de torrefação e moenda, transformando-o em barras para serem dissolvidas em água quente, como é apreciado nos salões aristocráticos.  
 
1600-1799
O chocolate quente vira sensação na Europa. O casamento do rei Luís XVIII com Ana da Áustria, uma “chocólatra”, sela a conquista da bebida na França. Um dos convites mais requisitados em Paris é para "o chocolate de Sua Alteza Real". À base do trabalho braçal de escravos africanos, a Espanha e Portugal se tornam principais fornecedores. Surge em Londres, a primeira loja de chocolate, tornando-o um artigo relativamente democrático. É fundada a primeira fábrica de chocolate nos Estados Unidos: A Companhia Barker. Nessa época, o chocolate passa a ser consumido também temperado com cravo ou almíscar, dissolvido em vinho ou leite quente e adoçado com açúcar.
 
1828
O holandês Conrad Van Houten inventa uma máquina que extrai a manteiga do cacau. A parte restante é transformada em pó. A produção da bebida é industrializada. Surge o chocolate sólido, feito de manteiga, pó e massa de cacau.


 
 
 
 
 
1847
A primeira barra comercializada em escala é produzida pela companhia inglesa J. S. Fry & Sons, localizada em Bristol. Tem sabor amargo e bruto. Anos depois, a empresa começa a vender a Fry’s Chocolate Cream Bar. Em 1873, inventa o ovo de Páscoa.
 
 
 
 
1891
Surge a primeira fábrica de chocolates do Brasil, a Neugebauer, fundada por imigrantes alemães no Rio Grande do Sul.
 
1913
 Publicada pela Walter Baker & Company a primeira receita de “tabletes de baunilha”, um doce feito com manteiga de cacau, açúcar, leite e baunilha, depois batizada de “chocolate branco” (que de chocolate só tem o nome: a fórmula não leva cacau, apenas a gordura tirada da semente).
 
1938
 Nasce o Diamante Negro. É batizado em homenagem ao artilheiro da Copa da França, o brasileiro Leônidas da Silva. Lançado o bombom Sonho de Valsa e, quatro anos depois, o Bis.
 
1937
O poder energético e antidepressivo do chocolate é reconhecido. A Companhia Hershey recebe uma tarefa especial do exército americano: desenvolver uma nova ração de chocolate que sustente os soldados no caso de falta de alimentos e que possa ser carregada nos bolsos sem derreter. Surge, com sucesso, a "ração D". 
 
1941
 Nos EUA, Forrest Mars lança o M&M’s, pastilhas de chocolate recobertas com uma camada de açúcar colorido. Ele tinha visto soldados espanhóis comerem algo parecido durante a Guerra Civil Espanhola. A Mars é a maior compradora de cacau do mundo.
 
1970
Começa a fabricação brasileira de chocolate diet, para pessoas com diabetes. O sabor é muito ruim e só melhora a partir da década seguinte, com a combinação de novas substâncias para adoçar o cacau.
 
1985
Chantal Fravre-Bismuth, toxicóloga do Hospital Fernand Vidal, em Paris, investiga as causas da chamada "chocolatemania". Ela estuda como os compostos químicos do produto afetam o corpo humano. Segundo ela, a dopamina, a fenietilamina e 17 receptores de anfetaminas são responsáveis pelo desejo de comer chocolate.
 
2005
Pesquisadores da Universidade Di L' Aquila, na Itália, comprovam que o consumo de chocolate meio-amargo, com alto teor de flavonóides, tem o poder de reduzir a pressão sanguínea em pessoas com hipertensão.
 
2009
Surge Le Whif, um tipo de chocolate inalável, que vem em uma embalagem parecida com uma carteira de cigarros. Vem em quatro sabores, livres de calorias.
 
 
 
 
 
O chocolate também é muito utilizado em esculturas detalhadas. A massa tem um ponto certo de flexibilidade, momento em que é possível dar a ela qualquer forma. Mas deve-se dominar a técnica, caso contrário, ela quebra. Como são artesanais, não há utilização de moldes. Os artistas trabalham livremente com diversos tipos de barras e variadas cores para dar tons diferenciados. Existem vários museus pelo mundo (Alemanha, Bélgica, Espanha, Canadá, Itália, França e Austrália) dedicados às obras de chocolate.
 
 
 "CHOCO MODA"
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"CHOCO CASA"
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"CHOCO TEMA LIVRE"
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fontes das imagens e pesquisa: www.taringa.net
                                                         www.12thblog.com
                                                         http://corcholat.com
                                                         www.art-spire.com
                                                         http://meioligado.blogspot.com.br
                                                         http://bocaberta.org
                                                         www.dateriles.com
                                                         www.chabad.org.br
                                                         http://chc.cienciahoje.uol.com.br
                                                         http://revistagalileu.globo.com
                                                         http://correiogourmand.com.br




Por Aline Andra