Por Aline
Andra
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Somente ilusão
Este método de
ilusão óptica é conhecido como Padrão Moiré - a interferência é criada quando duas grades ou estampas (geralmente
transparentes) sobrepostas apresentam movimento relativo entre elas com
respeito a um observador, de forma que origine um padrão
visualmente evidente e determine perfil e deformação de objetos por meio de
franjas - e é competentemente manipulado e realizado em desenhos e
movimentos simples, mas hipnóticos pelo especialista Brusspup.
Fonte das imagens: www.brusspup.com
Por Aline Andra
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Vilãs da alimentação
Acho que a margarina
é um dos produtos industrializados mais dispensáveis que existem por aí.
Insossa e de composição discutível e alarmante, sua fórmula é de
"uma medida de gordura vegetal hidrogenada (que também produz colesterol)
e outra de ácido sulfúrico neutralizado com um pouco de soda cáustica. Tudo
isso é aquecido a 150º, enriquecido com ácido benzóico (usado como fungicida em
várias afecções da pele), ácido butil-hidroxianisol e butil-hidroxitolueno
(pode tornar-se explosivo), galato de propila, leite de vaca (com gordura e
tudo), galato de duodecila e sal refinado. Tudo isso é acrescido de corantes
artificiais e aromatizantes F-I e F-IV, conservadores P-I e P-IV, ambos
bastante tóxicos e ainda acrescido de antioxidantes, principalmente o BHA, o
BHT e tocoferóis. Além disso, acrescenta-se cerca de 20.000 unidades de
vitamina A sintética em cada parte de gordura vegetal hidrogenada (quando a
necessidade diária de um ser humano adulto não passa de 5.000 unidades
internacionais de protovitamina A natural)".
Fonte: Livro de
Bolso da Medicina Natural - Marcio Bontempo - 8a. edição.
Combinação
bombástica, não acha? E mais uma informação: a diferença entre o plástico e a
margarina é de apenas UMA MOLÉCULA... Basta isso para resolver não consumir um produto com gosto de nada e tudo o que for hidrogenado (isto significa que acrescentaram
hidrogênio, mudando a estrutura molecular da substância).
A manteiga, tratada
como vilã por causa do alto teor de gordura, se consumida com moderação ainda pode ser
considerada uma melhor opção.
Porém, existem
algumas variações muito mais saborosas. Por exemplo:
O Tahine, uma pasta
obtida pela moagem das sementes de gergelim.
Substitui com vantagem a manteiga ou a margarina e também serve de base para
inúmeras receitas.
Um clássico que usa o tahine:
HOMUS (pasta de grão-de-bico)
Ingredientes:
-1/2 pacote de grão-de bico
-suco de 2 limões médios-1 colher de sopa rasa de sal marinho
-4 dentes de alho socados
-3 colheres de sopa rasas de tahine
Modo de fazer:
Deixe o grão-de-bico de molho de um dia para outro.
Depois, cozinhe-o por cerca de 15 minutos em água fervente. Escorra a água,
reservando uma xícara. Esfregue os grãos, uns contra os outros, removendo o
máximo possível das cascas. Use um multiprocessador e bata os grãos, o limão, o
alho e parte da água do cozimento. Se ficar muito denso, acrescente mais água
do cozimento ou água fria.
Ou uma das inúmeras
variações de Dips, uma pasta que tem
uma consistência parecida com a do patê:
DIP DE ABACATE COM
AVELÃS
Ingredientes:
-2 abacates bem
maduros
-2 CS de suco de
limão-50 g de avelãs moídas
-sal marinho e pimenta a gosto
Modo de fazer:
Corte os abacates em
duas partes. Retire o caroço e extraia a polpa com uma colher. Bata no
liquidificador (ou amasse) com o suco de limão e as avelãs. Tempere com sal e
pimenta.
Despeje numa
tigelinha e sirva imediatamente, porque esse dip não se conserva por muito
tempo.
AZEITE COM
ERVAS
Ou uma opção das mais simples: numa forma para fazer gelo, coloque a erva de sua preferência e por cima, um bom azeite. Congele e depois mantenha na gaveta sob o congelador para que não derreta. Fica com a consistência da manteiga e é perfeito para passar no pão e também para cozinhar.
Por Aline
Andra
sábado, 24 de janeiro de 2015
Escritores e Gênios
Não posso deixar de
compartilhar esta palestra de Elizabeth Gilbert, realizada no TED em 2009.
Não acompanho sua
trajetória como jornalista e escritora. Sequer li seu livro autobiográfico Comer, Rezar, Amar (Eat, Pray, Love: One woman’s search for everything across
Italy, India e Indonesia) – lançado em 2006, cujo retorno foi imediato e
estrondoso. Apenas assisti a adaptação da obra para o cinema, dirigida por
Ryan Murphy em 2010, o que nem garante seu talento e credibilidade, pois
sabemos que este tipo de filme, alavancado por atores famosos e um roteiro que,
muitas vezes, se afasta quase completamente do texto original, pretende tão
somente “pegar uma carona” no já garantido sucesso. Até aí, nada me preparou para a pessoa
carismática e inteligente que Elizabeth parece ser. Com ironia e propriedade,
ela discorre sobre o doloroso processo criativo (qualquer que seja), a pressão
e o medo do fracasso depois de um avassalador sucesso e a conexão do artista
com o divino. Vale!
Por Aline Andra
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Oração celta
e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento
quando novas fronteiras acenam.
Que respondas ao chamado do teu dom
e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que a tua dignidade exterior reflita
uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar
os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia
como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
(do livro Ecos Eternos, de John O'Donohue -
Editora Rocco)
Por Aline Andra
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
O milagre e as marés
A variação de
distância entre o Sol e a Terra ocorre durante todo o ano assim como a
proximidade da Lua também varia em relação à Terra, pois as órbitas existentes
entre esses corpos são elipses. O sistema de marés, influenciado por essas
mudanças, acaba se tornando muito complexo. Em determinados momentos, acontecem
as harmônicas de maré, quando a água de determinado lugar fica muito baixa ou
muito alta.
Na Coreia do Sul,
entre as ilhas de Jindo e Modo, este fenômeno dá origem a um acontecimento
original conhecido como “Milagre de Moisés”, por sua semelhança com a divisão
do Mar Vermelho contada na Bíblia.
Duas vezes ao ano, por uma hora e durante a
maré baixa, uma passagem de 2,8 quilômetros de comprimento e 40 metros de
largura abre-se no mar, unindo as duas ilhas por uma faixa de terra.
Conta a lenda que,
certa vez, a ilha de Jindo foi atacada por tigres e todos os aldeãos correram
para a ilha de Modo para buscar refúgio, exceto uma idosa indefesa que
ficou para trás. Desesperada, ela orou a Deus e o mar foi repentinamente
dividido. Assim ela escapou dos ferozes animais.
Atualmente, nos
dias previstos entre abril e junho, um festival atrai milhares de turistas que acorrem ao local
para usufruir da inédita experiência de “andar sobre a água" e descobrir os tesouros do fundo do mar.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Feliz Aniversário...
...para mim!
De um filme que assisti
recentemente, ficou-me apenas a frase “envelhecer não é para covardes”. Pura e
básica verdade. Realmente, não é tarefa das mais simples se olhar no espelho e
se redescobrir na nova imagem que vai se transformando a cada dia. E, creia-me,
minha vaidade - exceto alguns raros e quase desatentos momentos em que cedi às
pressões - não se preocupa em negociar ou blefar a aparência física.
Preocupa-me,
entretanto, que eu perca a vivacidade e o brilho do olhar. Que isso não aconteça!
Assim sendo, que
venha essa nova etapa, contabilizada em números, cabelo que resolvi deixar grisalho (que me valeu a perplexidade de ser chamada de "senhora"), linhas de expressão no rosto e marcas
na alma, mas que o bom humor e suas inúmeras variações estejam sempre por perto.
Nicole Pesce, ao
piano, que o diga...
Por Aline Andra
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