sexta-feira, 5 de julho de 2013

Viagem no tempo: invenções - parte 1



Fonte: Google
 

Não é espantoso imaginarmos a vida do ser humano antes de cada pequena ou grande criação que, como um quebra-cabeça, possibilitou à nossa civilização (para o bem e para o mal) ser como é?
Calcula-se que o primeiro invento do quase indefeso homem das cavernas ocorreu por volta do ano 50.000 a.C.! Devido, principalmente, à necessidade de sobreviver em um meio hostil, foram surgindo os machados de pedra lascada, os primeiros vasilhames feitos com crânio humano, a roda, a descoberta do fogo, da linguagem...
Todas as etapas superadas e todas as descobertas representaram, na verdade, grandes avanços da espécie humana.
Agora, sentados à frente de nossos computadores (que não existiam até poucos anos atrás), achamos tudo muito natural, mas do primeiro utensílio pré-histórico às sofisticadas tecnologias de informação, aconteceram muitas histórias valiosas envolvendo curiosidade, ousadia, criatividade e até coragem.
Gosto de observar as pequenas conquistas que não causam tanto rebuliço e que, de tão naturais, passam quase despercebidas no nosso dia a dia, mas são igualmente importantes.
Não convivemos somente com invenções e descobertas fundamentadas em conceitos desenvolvidos por cientistas e pesquisadores. As bases de nossa sociedade foram construídas também por pessoas “comuns” que, com suas ideias decorrentes da observação e análise das necessidades comuns a todos, se empenharam em promover mudanças e progresso. Algumas dessas experimentações e tentativas deram certo, outras não, muitas são bizarras ou engraçadas ou ingênuas ou até comoventes. Outras foram reaproveitadas e modernizadas. Mas todas comprovam que nossa capacidade de buscar e criar soluções que ampliem as possibilidades de conforto e qualidade de vida e que, consequentemente, transformam e determinam o curso  da nossa história, é infindável.
Abaixo, algumas invenções que "não deram certo": 
 
 
 
 Moto com roda única, velocidade máxima de 150 km/h (Itália, 1931)


Colete “salva-vidas” de pneus de bicicleta (Alemanha, 1925)

 
Chapéu rádio (Estados Unidos, 1931)
  
 
Óculos de leitura (Inglaterra, 1936)
  
 
Sauna portátil (Estados Unidos, 1962)
 
 
Máscara de proteção em casos de tempestades de neve (Canadá, 1939)
  
 
 Carro com protetor para vítimas de atropelamento (França, 1924)
  
 
Laringafone (Inglaterra, 1929)
 
  
Jaqueta com aquecimento elétrico (Estados Unidos, 1932)
  
 
Ponte de dobradura para situações de emergência (Holanda, 1926)
  
 
Metralhadora curva (1953)
 
  
Nogosiped (Estados Unidos, 1934)
 

Jornal enviado por rádio (Estados Unidos, 1938)
 
  
Guarda-chuva de cigarro (1954)
 
 
 Prancha de surf motorizada (1948)
 
  
Piano para deficientes (Inglaterra, 1935)
  
 
Multiplano (França, sem data)
 
  
Óculos com venezianas (1950)
 
  
Bicicleta anfíbio (França, 1909)
 
  
Vitrola para carros (Alemanha, 1959)
 

Carro de bebê com rádio e antena ((1921)
 
  
Cadeira para pegar sol deitada de bruços (1964)
 
  
Barco-carro (Alemanha, 1952)
 
  
Sutiã-taça (1949)
 
  
Plataforma voadora (1956)
 
  
Multi-cigarros (1958)
  
 
Câmera fotográfica- revólver (1938)
 
  
Cafeteira acoplada ao painel do carro (Alemanha, 1950)
 
  
Pneus iluminados (Estados Unidos, 1961)
  
 
Trajes de banho de madeira (Estados Unidos, 1929)
 
 
Estacionamento vertical (década de 20)
  
 
Capa de chuveiro (1970)
 
  
Escova para limpeza de pescoço (1950)
  
 
Máquina de loção bronzeadora (Estados Unidos, 1949)
 
 
Escova e massageador para carecas (1950)
 
 
 
 
 
 
 
Fonte das imagens: http://fotos.br.msn.com
 
 
Por Aline Andra
 

 

domingo, 30 de junho de 2013

A serena pintura de Isabel Guerra

 
 
 

A freira Maria Isabel Guerra (Madrid, Espanha, 1947) é uma pintora cuja obra de magistral técnica hiper-realista, onde o tratamento de luz tem significado especial, tem sido comparada a do pintor holandês Vermeer.
Isabel foi filha única de família culta e abastada. Autodidata, iniciou-se na pintura aos doze anos e, aos quinze anos, fez sua primeira exposição na sala Toisón de Madrid.
Com vinte e três anos, ingressou na vida monástica. Hoje, vive em clausura no Monastério de Santa Lúcia, da Ordem Cisterciense em Zaragoza, onde encontra sereno isolamento. Só sai de lá a cada três ou quatro anos para expor seu trabalho em Madrid, atraindo grande público. Sua pintura já foi apreciada em mais de vinte exposições individuais e outra tantas coletivas desde 1960.
Também escreveu e publicou El libro de la paz interior: pinturas e mensajes (Barcelona, Ed. Syria, 2005), onde comenta quarenta e oito de seus quadros.
Acadêmica de honra da Real Academia de Belas Artes de San Luís e acadêmica correspondente da Real Academia de Belas Artes e Ciências Históricas de Toledo, Isabel, normalmente, inicia seu dia às cinco horas da manhã e, depois de quatro horas de oração, começa seu trabalho no atelier, cumprindo o tema beneditino ora et labora (“ora e trabalha”). Sua pintura é a única atividade que diferencia sua rotina da praticada pelas demais religiosas do mosteiro, pois estas se dedicam à restauração de livros antigos.
Embora também pinte magníficas naturezas-mortas, a figura humana em atitudes de repouso ou contemplação é o seu principal tema. Sua obra contém, sobretudo, uma mensagem de resistência pacífica: “a beleza sendo possível, nem tudo está perdido...”
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Fonte das imagens e pesquisa: http://ermundodemanue.blogspot.com.br
 
 

 

Por Aline Andra

 
 

sábado, 29 de junho de 2013

Je suis malade - Lara Fabian



Fonte: Google
 

Conheci a voz de Lara Crokaert (seu verdadeiro nome), 43 anos, de nacionalidade belga e cidadania canadense, quando uma música gravada por ela fez parte da trilha sonora de uma novela brasileira. Tornou-se um avassalador sucesso. Isso, entenda-se, significou ouvir a tal música tocando exaustivamente, escandalosamente, quase dolorosamente nas rádios e espaços públicos e privados o tempo todo. Tenho certa implicância com este tipo de superexposição que acaba por desgastar o mérito de qualquer obra, quando ele existe. No caso de Lara Fabian, o mérito sempre existiu. Somente há pouco tempo (falha minha), admiti o talento desta cantora cujo registro vocal, aliado a uma intensa presença cênica e entrega à interpretação de um belo repertório - em vários idiomas - é excepcional.



 
 
 
 
 

Por Aline Andra